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quarta-feira, novembro 09, 2011

NASA mostra em vídeo aproximação de asteróide à Terra

Astronomia


A agência espacial norte-americana NASA divulgou hoje o primeiro vídeo do asteróide YU55 a aproximar-se da Terra. Trata-se das primeiras imagens do objecto que passou pelo nosso planeta a uma distância menor do que a da Lua.

 

O asteróide YU55 cruzou-se com a Terra na passada quarta-feira a apenas 325 mil quilómetros do nosso planeta, uma distância que não representa qualquer perigo mas que o deixou mais próximo do que o nosso satélite natural.

O corpo celeste mede cerca de 400 metros de diâmetro e a sua aproximação foi visível da costa Leste dos Estados Unidos. O vídeo da NASA foi resulta da composição de seis fotografias tiradas pelo Radar Goldstone Solar System na segunda-feira, enquanto o YU55 se aproximava da Terra.

Na altura estava a 1,38 milhões de quilómetros, como explica a introdução da gravação. Para a gravação ser mais perceptível, as imagens repetem-se cinco vezes.

In Dário de Notícias 
09/11/2011

terça-feira, novembro 08, 2011

Alemães testam primeiro multicóptero do mundo (fotos e vídeo)

Empresa alemã desenvolveu o primeiro multicóptero do mundo, um veículo com várias turbinas e motores eléctricos que se guia com um comando sem fios. 

 (e-volo)

A empresa alemã e-volo desenvolveu e testou aquele que diz ser o primeiro multicóptero funcional do mundo. Este veículo está equipado com múltiplas turbinas e motores eléctricos, associados a cada uma das mesmas.

A e-volo já tinha anteriormente demonstrado “drones”, ou aviões automatizados, e no dia 21 de Outubro realizou aquilo a que chama o primeiro voo tripulado de um multicóptero, num aeródromo localizado no sudoeste da Alemanha.

 (e-volo)

O voo foi tripulado por Thomas Senkel, um físico que foi o principal designer e construtor do veículo. Este teste consistiu num voo simples marcado por manobras simples controladas por Thomas Senkel, através de um comando sem fios.

Este veículo tem o potencial para fazer voos de 10 a 30 minutos, dependendo da bateria que tenha na altura assim como da carga que tiver de transportar.

 (e-volo)

A e-volo tenciona criar uma versão comercial do multicóptero, o qual espera que chegue ao mercado a “um preço acessível “ no espaço de dois anos. Segundo a empresa, um modelo híbrido que utilizasse também diesel é uma possibilidade, visto que a duração dos voos poderia assim chegar a uma hora.

O multicóptero é mais simples em construção do que um helicóptero tradicional. Segundo a e-volo, é mais seguro visto que consegue aterrar mesmo que um dos motores esteja seriamente danificado.

 (e-volo)

A velocidade das turbinas é controlada por um firmware especialmente criado para este multicóptero, o qual está instalado num computador no interior do veículo.

Stephen Wolf, da e-volo, insiste que a tecnologia deste multicóptero é completamente nova e tornou obsoleta a tecnologia dos helicópteros tradicionais.

Carlos Afonso Monteiro (www.expresso.pt)
6:00 Terça feira, 8 de novembro de 2011

O asteróide que vai cruzar a órbitra da lua

In Jornal de Notícias online
07/11/2011

Para um dia se chegar ao espaço com balões

Empresa norte-americana criou uma aeronave dirigível com a qual bateu o recorde mundial de altitude, ultrapassando os 28 mil metros. Estes protótipos poderão vir a ser utilizados na exploração espacial. 


 (JP Aerospace)

A empresa californiana JP Aerospace fez história no mundo da aeronáutica, ao estabelecer um novo recorde para o voo mais alto de sempre com uma aeronave dirigível. 

A proeza foi realizada no deserto do Nevada, EUA, e tem como objetivo vir a criar pequenas “Dark Sky Stations”, estações espaciais orbitais permanentemente habitadas. 

 (JP Aerospace)


O veículo agora utilizado para atingir este feito foi uma aeronave baseada em dois balões de hélio, que foi controlada a partir do solo.

De acordo com a JP Aerospace, que se autointitula como “o outro programa espacial americano”, esta nave atingiu uma altitude de 28.982 metros, um recorde que bate o anterior em mais de seis mil metros.

 (JP Aerospace)


As naves da JP Aerospace são relativamente simples e consistem de dois balões de hélio, montados em pontas opostas de uma armação central, que possui ainda duas turbinas especiais, desenhadas para funcionarem mesmo a altas altitudes, onde o ar é especialmente fino. Cada uma destas turbinas tem um motor eléctrico.

A aeronave que quebrou o recorde tinha um peso de apenas 36,3 quilos, balões incluídos. O dirigível começou por ganhar altitude usando apenas os balões e passou por um forte período de turbulência entre os 12.192 e os 18.288 metros.

 (JP Aerospace)

Quando atingiu a sua “altitude de cruzeiro”, a nave ligou automaticamente os seus motores eléctricos. Nessa altura, passou a executar manobras diversas até que um dos balões rebentou, o que forçou a libertação do outro balão para que a aeronave pudesse regressar ao solo terrestre, apoiada por cinco paraquedas.

Este modelo de aeronave, designado por Tandem, poderá vir a ser usado, por exemplo, no lançamento de pequenos foguetes para o espaço já com uma enorme poupança face a lançpotencial de vir a servir como uma forma econtitudese, onde o ar e especialmm alta altitude, o que representaria uma enorme poupança comparativa mente aos lançamentos efectuados desde a superfície terrestre.

[Nota do webmaster: Como se pode verificar os erros neste último parágrafo são de origem e é inexplicável como uma publicação como o Expresso não possui um melhor revisor de conteúdos...]



In Expresso online 
Carlos Afonso Monteiro | 4 de Novembro de 2011

segunda-feira, novembro 07, 2011

Asteróide vai passar mais perto do que a Lua

Espaço 

Corpo com 400 metros de diâmetro vai estar amanhã a 325 mil quilómetros da Terra, que não corre perigo. O céu de amanhã à noite vai estar mais preenchido. O elemento temporário é um megasteróide que vai passar a 325 mil quilómetros da Terra. 

Esta é a primeira vez desde 1976 que um corpo deste tipo passa tão perto do nosso planeta e só se voltará a repetir em 2028. Apesar dos 400 metros de diâmetro e das muitas toneladas de peso, não há qualquer risco de colisão com a Terra. 

por ANA BELA FERREIRA
Fotografia © DR

[Nota do Webmaster] - Não se assustem mas a acontecer a queda na Terra seria qualquer coisa parecida com as cenas do vídeo seguinte... (ficção)

 

sábado, novembro 05, 2011

Canções das Estrelas


O antigo Capitão Kirk, de Star Trek, acaba de lançar um disco. William Shatner declama canções de Bowie aos U2, passando pelos Black Sabbath.

Se o papel emitisse sons, este era dos temas mais apropriados para dar a ouvir. Porque é pelo menos difícil definir em palavras o modo como o actor William Shatner, famoso por dar cara e corpo ao Capitão Kirk de Star Trek (na TV e no cinema, cultos dos ecrãs nos anos 70/80), se dedica à segunda paixão da sua vida estética, o canto.

Talvez soe ainda mais estranho pensar que ele, que também dá vida a outra personagem célebre nos ecrãs televisivos, o advogado Denny Crane de Boston Legal, ainda precise de dar música a alguém para convencer.

Quem quiser dar corda à curiosidade e verificar, basta fazer uma busca no portal de vídeos YouTube escrevendo ‘William Shatner sings’. Se bem que cantar é um verbo que se conjuga com maior liberdade no caso do ex-Capitão Kirk. Com a ajuda de uma série de nomes firmes da cena musical norte-americana, Shatner acaba de lançar, aos 80 anos, Seeking Major Tom, um álbum que percorre uma série de temas relacionados com a aventura espacial, tendo como mote a célebre personagem Major Tom, criada por David Bowie em 1969, na canção ‘Space Oddity’.

Este tema é um dos muitos aos quais Shatner dá a voz. E talvez dar a voz seja a definição mais adequada. É que uma das características principais do actor é não saber cantar. Mas isso não chega para tirar a alma às versões que faz – além de ‘Space Oddity’ – de ‘In a Little While’, dos U2, ‘Walking on the Moon’, dos Police, ou ‘Planet Earth’ dos Duran Duran.

Em qualquer dos casos, Shatner está bem acompanhado por músicos dos Deep Purple, dos Strokes ou até por Peter Frampton. Imperdível é a versão que faz de ‘Iron Man’, original dos metaleiros Black Sabbath, que Shatner encara de frente, com um urro gutural a abrir.

Conhecido melómano, o actor já tinha dois discos de versões quando se lançou para este. Em 1968, ainda perdido nas lides de Star Trek, gravou The Transformed Man, do qual ficou uma memorável versão declamada de ‘Lucy in the Sky with Diamonds’, dos Beatles, que é um objecto de culto no YouTube: o actor aparece sentado a uma mesa, vestido de gala, a declamar os primeiros versos do clássico do quarteto de Liverpool: «Picture yourself in a boat on a river/with tangerine trees and marmalade skies».

Algumas canções serão ainda uma surpresa para este cantor inusitado. Shatner admitiu, em entrevista, que não associava os Queen a ‘Bohemian Rhapsody’, original de 1975, que gravou neste disco. «Se me perguntassem quem são os Queen ou quem era Freddie Mercury eu não saberia explicar. Mas se me falassem de ‘Bohemian Rhapsody’ eu diria que é uma das grandes peças de música que já toquei». Afinal, o que interessa é a música...



from Seeking Major Tom (2011)

lyrics:
Standing there alone, the ship is waiting.
All systems are go. "Are you sure?"
Control is not convinced, but the computer
has the evidence. No need to abort.
The countdown starts.

Watching in a trance, the crew is certain.
Nothing left to chance, all is working.
Trying to relax up in the capsule
"Send me up a drink." jokes Major Tom.
The count goes on...

4, 3, 2, 1
Earth below us drifting, falling.
Floating weightless calling, calling home...

Second stage is cut. We're now in orbit.
Stabilizers up, runnning perfect.
Starting to collect requested data.
"What will it affect when all is done?"
thinks Major Tom.

Back at ground control, there is a problem.
"Go to rockets full." Not responding.
"Hello Major Tom. Are you receiving?
Turn the thrusters on. We're standing by."
There's no reply.

4, 3, 2, 1
Earth below us drifting, falling.
Floating weightless calling, calling home...

Across the stratosphere, a final message:
"Give my wife my love." Then nothing more.

Far beneath the ship, the world is mourning.
They don't realize he's alive.
No one understands, but Major Tom sees.
"Now the light commands this is my home,
I'm coming home."

Earth below us drifting, falling.
Floating weightless coming home...
Earth below us drifting, falling.
Floating weightless coming, coming home...



5 de Novembro, 2011
por Ricardo Nabais
ricardo.nabais@sol.pt


William Shatner - Bohemian Rhapsody



William Shatner - Twilight Zone (Golden Earring cover)


William Shatner- Iron Man (2011)

Space Oddity - William Shatner ( Richie Blackmore & Candice Night)

Viagem de ida e volta a Marte sem tirar os pés da Terra

Missão

A chegada, tal como a viagem, decorreu sem problemas, depois de 520 dias de isolamento num simulador em Moscovo.

Para os seis cosmonautas que ontem "chegaram" de Marte, depois de 520 dias de "viagem", em total isolamento a bordo de uma nave simulada em terra, no instituto russo biomédico (IMBP), em Moscovo, os próximos quatro dias ainda não serão de liberdade.

Os seis homens que ao longo do último ano e meio viveram encerrados na sua nave marciana, cumprindo em terra todas as etapas de uma viagem real de ida e volta - incluindo a descida durante algumas horas na superfície do Planeta Vermelho -, estarão de quarentena até terça-feira, para cumprirem exames médicas. Mas a missão é considerada um sucesso.

05/11/2011