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sexta-feira, janeiro 27, 2012

NASA divulga novas imagens do "planeta vermelho"

( Nasa // JPL-Callech// Univ. of Arizona)

A NASA, agência espacial americana, divulgou quatro novas fotos do planeta Marte. As imagens foram recolhidas pela HiRISE (High Resolution Imaging Science Experiment), entre Novembro e Dezembro de 2011.

A agência revelou as imagens esta semana, aumentando assim a base de dados de imagens do “planeta vermelho” que disponibiliza. A HiRISE, responsável pela recolha das fotos, é parte integrante da MRO (NASA's Mars Reconnaissance orbiter).

A missão MRO foi lançada pela NASA há 7 anos com o objectivo de investigar a existência de água e o clima de Marte.

In I online
Por Catarina Correia Rocha
publicado em 27 Jan 2012 - 17:38
Orbit Size (semi-major axis): 227,943,824 km
Mean Radius: 3,389.5 km
Volume: 163,115,609,799 km3
Mass: 641,693,000,000,000,000,000,000 kg

PROTECT IP / SOPA Breaks The Internet


PROTECT IP / SOPA Breaks The Internet from Fight for the Future on Vimeo.

Tell Congress not to censor the internet NOW! - fightforthefuture.org/pipa

PROTECT-IP is a bill that has been introduced in the Senate and the House and is moving quickly through Congress. It gives the government and corporations the ability to censor the net, in the name of protecting "creativity". The law would let the government or corporations censor entire sites-- they just have to convince a judge that the site is "dedicated to copyright infringement."

The government has already wrongly shut down sites without any recourse to the site owner. Under this bill, sharing a video with anything copyrighted in it, or what sites like Youtube and Twitter do, would be considered illegal behavior according to this bill.

According to the Congressional Budget Office, this bill would cost us $47 million tax dollars a year — that's for a fix that won't work, disrupts the internet, stifles innovation, shuts out diverse voices, and censors the internet. This bill is bad for creativity and does not protect your rights.

quinta-feira, janeiro 26, 2012

Parapsicólogos garantem que astronautas viram extraterrestres

Missão Apollo 16 à Lua

Segundo algumas teorias da conspiração, Charles Duke terá sido um dos que alegadamente viu vestígios de uma nave extraterrestre despenhada na superfície da Lua
 
Um grupo de parapsicólogos norte-americanos acusa a agência espacial NASA de esconder provas da existência de extraterrestres na Lua, aquando da missão Apollo 16 em 1972.

Em causa estão os astronautas John Young e Charles Duke que, segundo algumas teorias da conspiração, terão alegadamente visto vestígios de uma nave extraterrestre despenhada na superfície da Lua.

Charles Bolden, administrador da NASA, nomeou os dois astronautas para receberem uma medalha de honra. Uma das premissas para receber o prémio é o levantamento do sigilo profissional, o que iria permitir – argumentam os conspiracionistas – revelar o que realmente viram na Lua no dia 23 de Abril de 1972.

Seis especialistas da Transception Incorporation, com base em Austin, no estado do Texas, dizem agora que através da técnica ‘visualização remota’ conseguiram ver o que os astronautas John Young e Charles Duke realmente viram na Lua.

John Young e Charles Duke foram, respectivamente, o 9º  e o 10 ºastronautas a pisar o solo lunar.

25/01/2012 | 16h50
Por:A.P.

quarta-feira, janeiro 25, 2012

Está em curso maior tempestade solar desde 2005

Espaço

A NASA registou uma erupção solar de grandes dimensões do passado domingo e espera que uma "chuva" de partículas magnéticas atinja a Terra esta semana, muito provavelmente já esta terça-feira.

NASA SDO: M8.7 Solar Flare (22 Jan 2012)



Imagens captadas pelo Observatório Solar Dinâmico, no dia 22

A enorme erupção solar é a maior dos últimos sete anos e deverá enviar para a Terra uma "chuva" de partículas magnéticas a uma velocidade superior a 2.200 kms/segundo, que poderá afetar os sistemas GPS e outras formas de comunicação por satélite e rádio, quando atingir o campo magrético do planeta.

Segundo a NASA, a ocorrência pode também provocar um número anormalmente elevado de auroras boreais, visíveis em mais locais.


15:02, 24 de Janeiro de 2012

terça-feira, janeiro 24, 2012

NASA procura amostras lunares perdidas

NASA tenta recuperar o rasto de centenas de amostras recolhidas no espaço e cedidas temporariamente a outros centros de investigação e personalidades. 

A NASA, conhecida pelo seu papel essencial na descoberta espacial, tem como prioridade investigar os mundos que se escondem além das fronteiras da Terra e desvendar os mistérios do Universo. Mas agora a agência espacial norte-americana dedica-se a uma outra missão, um pouco mais terrestre: encontrar cerca de 517 amostras trazidas do espaço  e entretanto perdidas, entre as quais fragmentos lunares.

Num relatório, a NASA informa que estas amostras, que incluem também pedaços das superfícies de meteoritos, asteróides e de Marte, são cedidas para exposições e para estudos a outros centros de investigação, ou oferecidas a líderes americanos e internacionais, acabando por se perder o rasto a estas riquezas extraterrestres.

A recuperação das amostras perdidas está a ser realizada em parte por Joseph R. Gutheinz, um agente sénior que em tempos trabalhou no gabinete do inspector-geral da NASA e conseguiu encontrar dezenas de fragmentos da superfície da Lua desaparecidos, alguns deles oferecidos aos governadores do Colorado, Missouri e West Virgínia.

"Se alguém oferece um pedaço da Lua a um governador e ele o perde, mostrando que não consegue proteger algo desta importância, talvez essa pessoa não seja muito cuidadosa", refere ao "The New York Times" Joseph R. Gutheinz, que ganhou a alcunha de "caçador de rochas lunares".

Contrabando espacial

Amostras espaciais roubadas ou perdidas acabam muitas vezes por ser vendidas no mercado negro. Em 1998, Joseph R. Gutheinz usou um anúncio num jornal para atrair um vendedor, que lhe pediu 3,8 milhões de euros por uma rocha lunar roubada nas Honduras. O mesmo acontece com o equipamento utilizado nas missões espaciais, o que já valeu algumas ações disciplinares e judiciais aos astronautas que tentam vender este tipo de materiais.

No levantamento realizado pela NASA, descobriu-se que 11 dos 59 centros de investigação na área de Houston e Washington, aos quais foram emprestadas amostras vindas do espaço, não sabiam do seu paradeiro, desconhecendo-se também a localização de objectos de estudo cedidos a 12 investigadores que morreram ou mudaram de localidade sem nunca os devolverem.

Segundo o relatório da agência espacial, estes casos mostram que o Centro Espacial Johnson, responsável pela colecção de mais de 163 mil amostras espaciais da NASA, não tem controlo sobre os empréstimos, registando apenas aqueles que se destinam aos centros de investigação e deixando de fora as amostras cedidas a dirigentes.

A par da Rússia, os Estados Unidos foram os precursores da corrida ao espaço, que teve início no final da década de 1950. A NASA enviou o primeiro homem para a Lua em 1969 e desde então várias outras missões Apollo dirigiram-se ao satélite natural da Terra com vista à sua investigação.
Ana C. Oliveira (www.expresso.pt) 
8:00 Terça feira, 24 de Janeiro de 2012

sábado, janeiro 21, 2012

Firefox Users Engage Congress: SOPA Strike Stats

· Mozilla News

Yesterday, we blacked out the default start page in Firefox and redirected visitors to the Mozilla sites to a special action page. We also sent direct messages to members of the Mozilla community through multiple online channels. All these steps were aimed at informing and mobilizing millions of people on the poorly drafted anti-piracy legislation – SOPA and PIPA – pending in Congress.

The result: Mozilla reached over 40 million people who, in turn, generated 360,000 emails sent to Senators and Representatives in Congress.

Here’s the breakdown of the stats from yesterday’s remarkable campaign:
  • Approximately 30 million people in the US who use the default start page in Firefox received the blacked out page with our call to action
  • We sent messages out to almost 9 million people via Facebook, Twitter and our Firefox + You newsletter
  • Our messages were retweeted, shared and liked by over 20,000 people (not counting MC Hammer’s tweet to his 2.4 million followers!)
  • 1.8 million people came to mozilla.org/sopa to learn more and take action on the issue
  • 600,000 went on to visit the Strike Against Censorship page, hosted by the EFF
  • Ultimately, 360,000 emails were sent by Mozillians to members of Congress, contributing a third of all the emails generated by EFF’s campaign site.
The debate is far from over. There’s a vote next week in the Senate. Keep the pressure on and make sure your elected officials understand the nuance of the issue and the importance of protecting the open Web.

terça-feira, janeiro 17, 2012

Pedaços de rocha marciana embateram na Terra em Julho


Vários cientistas estão a confirmar algo que não acontecia há já mais de meio século: caíram na Terra alguns pedaços de uma rocha que se crê ser de Marte, após a colisão de um meteorito com o planeta vermelho que terá ocorrido há milhões de anos atrás. Agora, uma onça da rocha custa dez vezes mais que a mesma quantidade em ouro.

Os pedaços do meteorito vindo de Marte colidiram com a Terra em Julho, mais precisamente em Marrocos, mas só em finais de Dezembro é que os cientistas que examinaram o local puderam confirmar que, de facto, o material rochoso era natural do planeta vermelho.

Cerca de sete quilos de rocha foram descobertos por uma equipa de cientistas, composta por alguns elementos da NASA, que não tardaram a tentar explicar a origem e a viagem do meteorito. 

Os pedaços de rocha terão sido 'arrancados' de Marte depois de «algo muito grande» ter colidido com o planeta. Um desses pedaços terá viajado durante milhões de anos pelo espaço até chegar à atmosfera da Terra, onde se terá desfragmentado em alguns pedaços menores que acabaram por aterrar em Marrocos, no Norte de África.

A última vez que um meteorito marciano tinha colidido com a Terra foram em 1962 e, com os pedaços resgatados em Dezembro, os pedaços de rocha do planeta vermelho que acabaram no nosso planeta somam cerca de 110 quilos.

A colisão de novos pedaços de rocha marciano já lançou uma corrida entre cientistas. A expressão ‘a preço de ouro’ é neste caso insuficiente, pois as pessoas que encontraram os pedaços rochosos estão a vendê-los a preços dez vezes superiores aos praticados com o ouro.

Uma onça das rochas, equivalente a cerca de 28 gramas, está a ser vendida por um preço dez vezes superior à onça de ouro. Chris Herd, o coordenador da comissão que certificou a descoberta, foi sucinto a explicar o panorama: «É uma amostra grátis de Marte, não fosse o facto de termos que pagar aos negociadores».

AP/SOL
17 de Janeiro, 2012