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segunda-feira, setembro 19, 2011

À volta do Mundo em 60 segundos

Em apenas um minuto, a Estação Espacial Internacional, mostra-nos o planeta. Dar a volta ao mundo é agora mais rápido e cómodo.

O vídeo é uma compilação de imagens tiradas da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla original). Foi colocado online a 15 de Setembro no YouTube, já passou as 50 mil visualizações.


Um professor de ciências, identificado apenas como Sr. Drake, usou cerca de 600 fotografias para fazer o vídeo.

A viagem começa sobre o Oceano Pacífico, leva-nos pela América do Norte e do Sul e termina com o amanhecer na perto da Antárctica.

São várias as cidades que podem ser identificadas através desta volta ao mundo, do lado de fora do planeta. Vancouver (Canadá), Los Angels, Seattle e San Francisco (EUA), são algumas das grandes urbes que se distinguem no vídeo.



In Jornal de Notícias online
19/09/2011 | 15h59m

Cometa Elenin passa a 16 de Outubro "perto" da Terra, mas "não há perigo"

A passagem do Cometa Elenin "perto" da Terra e o fenómeno na Internet de que “algo catastrófico” pode acontecer no planeta em breve levou a NASA a lançar recentemente um comunicado intitulado “Cometa Elenin não ameaça Terra”.

Terramotos, furacões, tsunamis, chuva de meteoros, construção de abrigos subterrâneos na Rússia, compra de kit´s de sobrevivência ou comparações ao hipotético Planeta X são algumas das informações veiculadas na Internet relacionadas com a passagem do cometa Elenin pela Terra.

Segundo cálculos da NASA, o Elenin, cometa detectado a 10 de dezembro de 2010 por Leonid Elenin (Lyubertsy, Rússia) e cujo nome científico é C/2010 X1, atingirá a máxima aproximação da Terra no próximo dia 16 de Outubro.

“O que posso dizer para já é que não há perigo algum com a passagem do cometa Elenin, porque vai passar muito longe”, disse, em entrevista à Agência Lusa o investigador Nuno Peixinho, do Observatório Astronómico da Universidade de Coimbra e do Centro de Física Computacional.

Aquele cientista português refere ainda que não haverá perigo do Elenin tapar o sol, porque para o conseguir teria de estar a 400 quilómetros de distância da Terra e aquele corpo celeste vai passar a uma distância de 35 milhões de quilómetros, o que equivale quase 100 vezes a distância da Terra à Lua.

“Seria a mesma coisa que um mosquito passar entre nós e o sol, não o vemos”, exemplifica o especialista da área da Astronomia, desmistificando também a ideia divulgada na Internet que o Elenin facilite o aparecimento de catástrofes naturais, como tsunamis, porque simplesmente a força da gravidade exercida sobre a Terra pelo cometa “é mínima”, sendo, na prática, essencialmente nula.

Mas o fenómeno na Internet sobre o cometa Elenin é de tal ordem que até já se compara aquela bola de gelo sujo com um diâmetro entre os três e os cinco quilómetros, a uns eventuais Planeta X ou ao Planeta Vermelho, recorrendo a místicas interpretações de antigas hipóteses científicas já há muito refutadas.

A chegada de uma nave espacial com uma civilização alienígena também são conjecturas que se podem ler em vários sítios da Internet quando se faz uma pesquisa por “cometa Elenin” e há sítios virtuais que referem que os russos decidiram aumentar o número de abrigos em bases subterrâneas como um plano de emergência à passagem do Elenin.

Há outros sítios na Internet que indicam que a NASA está num nível de alerta máximo e que a FEMA (Federal Emergency Management Agency), começou a instalar câmaras de vigilância nos EUA para capturar a “queda de meteoritos”.

Para esclarecer dúvidas, a NASA divulgou recentemente, no seu sítio da Internet, um comunicado intitulado: “Cometa Elenin não ameaça a Terra”.

O cientista Don Yeomans, que trabalha na NASA, afirma que se tem “verificado especulações incorrectas na Internet sobre o alinhamento do cometa Elenin com outros corpos celestiais”.

No documento da NASA lê-se também que o tamanho do cometa é “modesto”, apresentando um diâmetro entre três a cinco quilómetros, e que não oferece “ameaça à Terra”.

O Centro de Astrofísica da Universidade do Porto também defende que a passagem do cometa não terá “nenhuma influência na Terra”, nem “causará escuridão”, porque o cometa nem sequer “cruzará o disco solar e mesmo que cruzasse é tão pequeno e está tão longe que não se notaria diferença no brilho aparente do Sol"..

“Os cometas são objectos muito pouco densos - são uma mistura de rocha e gelo - e não têm nenhum tipo de influência gravitacional significativa” sobre nós, esclarece Nelma Alas, do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto.

O Núcleo de Divulgação do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (NDCAUP), informa ainda que nem sequer se sabe ainda se o cometa Elenin será visível a olho nu no céu noturno.

“Pensa-se que com uns bons binóculos se conseguirá observar, mas é claro que também é necessário um bom céu - sem nuvens e sem poluição luminosa”, indica Nelma Silva, do NDCAU, recordando, por exemplo, que o cometa Hale-Boop, o mais brilhante das últimas décadas, foi bem visível em 1997 a olho nu.

19 | 09 | 2011 12.25H
Destak/Lusa | destak@destak.pt
imagem: D.N. online

domingo, setembro 18, 2011

Noah Wyle volta às séries televisivas (entrevista exclusiva e fotogaleria)

Depois de 12 anos como Dr. John Carter em "Serviço de Urgência", Noah Wyle volta às séries televisivas em "Falling Skies", o novo trabalho da Dreamworks e da TNT Productions, com Steven Spielberg como produtor executivo.

"Falling Skies" é uma série de ficção científica que estreia em Portugal na próxima quarta-feira no Syfy, canal exclusivo do Meo. No papel de protagonista, Noah Wyle vai proteger os humanos de um ataque à escala global levado a cabo por forças extraterrestres sobre a Terra.

Desde a série "Serviço de Urgência" que não trabalhou em televisão. Como surgiu este papel. Foi um convite?
Sim. Afastei-me durante um tempo dos ecrãs de televisão intencionalmente. Precisava de mais tempo para estar com os meus filhos mais novos, e também porque, depois de 12 anos a gravar episódios freneticamente, precisava de fazer uma pausa. Mas como em tudo na vida, as pausas têm o seu tempo e tinha que voltar a trabalhar. Tenho uma boa e longa relação com a TNT, produtora para a qual fiz quatro filmes. A proposta para participar na série "Falling Skies" partiu deles. Mostraram-me o guião e achei que era interessante.

Como é que descreve a série?
É uma série de ficção científica com um argumento muito mais humano do que o normal para este tipo de género. É um verdadeiro drama assente nas caracteríticas das personagens principais. Nunca fui um grande amante da ficção científica e não vi muitas produções desse tipo na minha vida, mas o facto de poder lidar com os conflitos humanos e os dramas da sobrevivência agradou-me imenso.

Como é a sua personagem?
Antes da invasão da Terra por forças extraterrestres, Tom Mason era um professor de história em Boston, pai de três filhos e um homem casado feliz. A mulher, no entanto, foi morta na invasão inicial e a sua família fica demasiado fragilizada. Nos episódios, Tom tenta desesperadamente manter os filhos vivos e junto dele, mas é, ao mesmo tempo convidado para liderar a revolta militar humana contra os invasores, tendo que proteger um grupo de 300 sobreviventes.

Foi fácil trabalhar a personagem?
Não foi muito difícil. Há três características fundamentais nela que trabalhei até ao limite: o seu sentido de liderança, a sua noção de paternidade e o seu sentimento de profunda perda. Estas três coisas fazem parte da vida e atraíram-me muito.

O que é que faz com que esta série seja única, diferente das outras série televisivas e também com um registo distinto dos filmes de Steven Spielberg, o produtor executivo?
Sempre que lidamos com séries de ficção científica pensamos nas mais icónicas e acabamos por achá-las todas muito parecidas. Mas esta de facto não é. E repito: o que sinto é que "Falling Skies" é mais um drama humano do que uma série de ficção científica. Haverá muitas semelhanças entre as outras, sem dúvida, pois nenhuma delas toca os sentimentos humanos e a vida tal como a conhecemos tão de perto.

E é este o tipo de série que gosta de ver?
Exato. Acho que é isso mesmo. Seria bem possível assistir à série em casa, sobretudo com o meu filho mais velho, que está a adorar cada episódio.

E está preparado para trabalhar mais 12 anos numa série de televisão se ela durar tanto tempo como "Serviço de Urgência"?
Não. E penso que o ritmo não será o mesmo, pelo menos até agora não tem sido.

Como estão a correr as gravações?
Bem, mas de forma muito intensa. Filmamos quase sempre à noite, em locais no meio do nada, e temos que carregar muito material connosco. Desse ponto de vista, gostava de estar mais bem preparado fisicamente.

E como é Steven Spielberg como produtor executivo?
É genial. Acho que é dos poucos executivos que de facto é um criativo. Tem um gosto e um talento extraordinários. Sabe imenso de produção e da infraestrutura da produção e é um contador de histórias exímio. Faz com que tudo bata certo e funcione, aumentando sempre a fasquia em termos de exigência e de qualidade.

Sabe como a história vai acabar?
Estamos a chegar ao fim da 1ª Temporada e a começar a ter as primeiras reuniões para decidirmos que caminho tomar na próxima temporada. Esta vai acabar de forma muito dramática com uma série de acontecimentos absolutamente inesperados. A série estará sempre equilibrada entre o desafio e a oportunidade e a ameaça constante. Não posso adiantar muito mais, a não ser que o suspense estará lá para consolidar audiências e mantê-la com a adrenalina em alta.


In Expresso online
Alexandra Carita (www.expresso.pt)
11:00 Domingo, 18 de setembro de 2011

NASA planeia construir foguetão mais potente da história

A NASA apresentou o projecto para os foguetões que vão substituir os Space Shuttle. A Agência afirma que o Space Launch System vai ser o foguetão mais potente jamais desenvolvido.

"Space, the final frontier". As imortais palavras que abriam o genérico do Caminho das Estrelas continuam a ser uma representação icónica da era da exploração espacial. Após a retirada dos Space Shuttle, a NASA apresentou os foguetões que vão marcar o futuro da Agência Espacial Norte-Americana.

O Space Launch System vai passar a transportar os astronautas da NASA quando o projecto estiver concluído, daqui a 10 anos.

O chefe de operações da NASA, William Gerstenmaier, afirmou, em declarações reproduzidas pela AP, que a nave espacial vai ser "a maior e mais potente" a ser construída na história da Agência.

As previsões apontam para que o foguetão vá ter uma potência 20 vezes superior ao Saturn VI, nave responsável por levar os astronautas à lua.
"Regresso ao futuro"

O projecto apresentado agora pela NASA vai assentar num modelo muito mais próximo do que se verificava nas missões Apolo à Lua,.

Assim sendo, o Space Launch System vai distinguir-se do Space Shuttle por ser mais dependente de combustível líquido, ao invés do seu antecessor, cuja potência assentava, sobretudo, em dois gigantes propulsores.

"É o regresso ao futuro, com uma tecnologia líquida de confiança", afirmou Scott Hubbard, professor da Universidade de Stanford que investigou a explosão do Space Shuttle Columbia em 2003.

Dificuldades económicas

Os valores do projecto vão ser muito elevados, com os analistas da NASA a preverem que o Space Launch System custe cerca de 18 mil milhões de dólares nos próximos cinco anos.

Um valor que, fontes da administração da Agência Espacial Norte-Americana, afirmam poder ascender ao dobro, por só incluir a construção do primeiro foguetão de teste até 2017.

Devido aos recentes cortes aplicados pelo Senado norte-americano ao financiamento da exploração espacial, a NASA está a planear formas de poupar dinheiro e tornar o desenvolvimento do projecto mais eficiente.

Um dos métodos que a NASA está a estudar para conseguir mais fundos para o projecto é "alugar" espaços do foguetão a companhias privadas, como se de um táxi gigante se tratasse, para transportar passageiros para a Estação Espacial Internacional. O dinheiro seria depois utilizado para financiar as viagens para além da Lua.

Novos tempos para a Agência Espacial Norte-Americana.

Tiago Oliveira (www.expresso.pt)
11:30 Domingo, 18 de Setembro de 2011

Satélite de seis toneladas vai cair sobre a Terra

Um satélite artificial de seis toneladas deverá cair no nosso planeta dentro de uma semana, de acordo com os investigadores da Nasa, não se sabendo ainda onde.

Na sexta-feira, os cientistas calcularam que o aparelho poderá atingir a Terra da sexta-feira, dia 23 de Setembro, mais dia menos dia.

Adiantaram ainda que, há medida que o satélite se aproxima do nosso planeta irá partir-se em 26 partes.

As probabilidades de alguma destas peças atingir alguém são de um para 3200.

A peça mais pesada a atingir o chão terá 159 quilos, mas nunca ninguém foi atingido por lixo espacial.

17/09/2011